segunda-feira, 17 de junho de 2013

Gozando no onibus

Sou a Júlia, tenho 29 anos,branquinha, coxas grossas, peitos médios,e adoro ser encoxada nos onibus. Costumo sempre provocar os homens nos onibus para sentir aqueles cassetes enormes encostando na minha bunda.
Vou contar uma encoxada gostosa que levei num sabado de tarde quando resolvi dar uma volta de onibus já pensando em sacanagem,rsrs. Coloquei a mini-saia que eu adoro e fui pegar o ônibus. Saio sem calcinha mesmo de mini-saia porque também adoro deixar os carinhas ou os tiozinhos com tesão abrindo minhas pernas e deixando eles verem minha bucetinha raspadinha. Eles ficam loucos. Pois bem. Peguei o ônibus, LOTADO! Fui esfregar minha bunda nos caras e ficar louca de tesão, sentir minha bucetinha molhadinha escorrendo. Dessa vez o ônibus tava cheio além da conta e eu nem precisava me segurar nos mastros do ônibus. Eu já estava louquinha de me esfregar pelos paus dos caras quando senti uma encoxada gostosa. Nem olhei pra trás, fiquei só curtindo, excitadíssima. Daí esse cara foi atrevido e apalpou minha bunda. Pegou ela de jeito, de mão cheia.Eu fiquei doidinha e empinei mais ainda a bundinha pra ele. Daí ele desceu a mão pra minha coxa e subiu ela pelo meio das pernas até a virilha. Daí viu que eu tava sem calcinha e deu uma risadinha. Não pensou duas vezes e meteu o dedo na minha buceta. Depois que o dedo dela tava bem encharcado dentro da minha bucetinha,ele brincava de enfiar e tirar o dedo bem devagar. Logo ele colocou o segundo e eu tava mais que louca. Tinha que rebolar disfarçadamente no dedo dele e tava quase gozando. Sempre disfarçadamente para ninguem notar, apesar que onibus cheio é dificil alguem notar estas sacanagens que acontecem, e meu tesão estava aumentando, pois aqueles dois dedos estavam bem fundos na minha bucetinha, e numa enfiada bem forte dele, foi que eu tive que morder os lábios, fechar os olhos, pois eu estava gozando gostoso nos dedos dele, e senti um prazer enorme quando gozava naqueles dedos dentro da minha bucetinha. Me senti realizada naquele dia, e como sempre logo desci, e agora é só esperar a minha próxima tara em outro onibus,rsrs.

trem da safadeza

Sou a Rafaela, tenho 24 anos, e vou contar uma pequena história erótica que aconteceu comigo dentro do metrô quando estava indo para a faculdade. Moro em São Paulo e todos os dias saio do meu trabalho e vou para a faculdade, tenho que pegar metrô lotado, mas um dia esta lotação me deixou nas nuvens. Estava eu no metrô super lotado, não conseguia nem me virar de lado, e depois de um tempo comecei a perceber que um rapaz estava muito próximo de mim por tráz, e cada vez mais ele se encostava em mim. Fiquei meio estranha, pensei em pedir para ele sair dali, mas acabei ficando calada, e como estava muito calor, naquele dia estava de saia curta. Quando ele percebeu que eu não estava ficando brava, ele se aproveitou mais, começou à se esfregar por tráz de mim, tipo, com o seu pênis já duro. ficava esfregando na minha saia, e como ele era um gatinho, acabei entrando no clima, apesar de nunca presenciar uma situação igual. Ele cada vez mais ia além, tentou colocar a mão por baixo de minha saia, mas desistiu. Confesso que minha bucetinha já estava molhadinha, e estava com muito tesão, mas com medo de quem estava ao redor, então fechei os olhos e deixei rolar. Ele estava abusado, e conseguiu tirar o pênis pelo ziper de sua calça, e colocou por baixo de minha saia. Senti aquele pau duro coçando na minha calcinha, bem embaixo da minha xaninha, e ele ia para frente e para tráz devagar, mas com força, com os olhos fechados, sentia muito prazer, minha bucetinha estava tão molhada que começou a lambusar minha calcinha. Estava tão excitada que não aguentei, com os olhos fechados, abaixei a cabeça e acabei gozando muito gostoso, até me esqueci que estava num metrô. Logo depois senti que ele acabou gozando também. Confesso que foi uma grande loucura, se alguém viu, não sei pois nem olhei para o lado. Ele guardou seu pênis ,mas ficou atráz de mim grudadinho. Na hora de descer, dei uma olhadinha para ele e sorri. Depois deste dia nunca mais vi ele no metrô, mas sempre faço a mesma rota, esperando quem sabe uma outra loucura.

encoxada na praia e sexo

Olá, me chamo Karina e num domingo fomos em quatro amigos(dois amigos e duas amigas) de busão para o litoral paranaense. Chegando lá, tinhamos alugado uma casa, e queríamos mesmo era azaração. Logo de noite, depois de curtir o mar, fui fazer um jantar, e nao demorou muito chegou o Renato por trás de mim, me dizendo sussurando no meu ouvido que sentia um cheirinho bom, e neste momento ele me abraçou e me deu uma encoxada bem gostosa me puxando para seu pau. Senti que estava durinho apertando contra minha bundinha, enquanto isso minha amiga já estava no segundo tempo la no quarto, rsrs.
Ele me perguntou o que teria de sobremesa, então respondi que ele poderia escolher, apenas sorriu e continuou empurrando seu pau contra meu biquini quase enfiando no meu cuzinho.
Terminado o jantar, tomei banho, e lá no quarto começamos a namorar. aquelas encoxadas me deixaram com vontade de dar e não demorou muito, chupei muito ele fazendo gozar na minha boca, fiquei assustada com a quantidade, mas continuamos, entao me penetrou sem camisinha mesmo, pois tinha tomado pilulas, e de tanto enfiar acabei gozando junto com ele. Foi muito gostoso gozarmos juntos. Tivemos nas outras noites mais relações, mas nesta primeira foi a mais gostosinha de todas, rsrs.

Tesão no trem com encoxada prazerosa

Eu e minhas amigas sempre pegamos o trem para ir pra faculdade, e dificilmente tem dias que não somos encoxadas. Confesso que a maioria das mulheres não gostam e isto é crime, mas eu adoro, e sempre provoco eles, rsrs.
Somos universitárias, tenho 20 aninhos, morena bronzeada, seios durinhos e bumbum firme, minhas amigas, uma de 21 anos, loira, estilo bonequinha e a outra, ruiva, 19 anos, gordinha com tudo grande, kkk.
Costumamos sempre pegar o trem no mesmo horario, e alguns rapazes já nos conhecem de outras encoxadas e acabam sempre vindo perto de nós, e basta começar a andar que o esfrega começa. Logo sinto uma briga de dois paus querendo xegar na minha bundinha, e sempre é assim, uma disputa até para dar uma encoxadinha, mas sou boazinha e deixo os dois brincarem, e eles ficam ali bem durinhos tentando acertar o buraquinho do meu cuzinho por cima da minha calça ou saia, e costumo usar roupas leves de tecidos finos, e isto ajuda a sentir melhor o penis me encoxando.
O melhor até hoje, foi de um moreno, lindo e maravilhoso, que chegou já sabendo o que queria ali, foi logo atolando sobre minha sainha(eu estava com uma branca bem fininha), acertou em cheio meu buraquinho, e ali tentava enfiar a cabeça mesmo por cima da minha roupa, e logo notei que tinha tirado o cassete para fora, pois estava muito lotado e ninguem perceberia. Ele empurrava com força que chegava a me levar para frente, minhas amigas logo viram e ficaram olhando, mas muitas vezes elas também sentem esta deliciosa sensação, mas naquele momento era somente eu com prazer e uma vontade daquele rapaz meter gostoso em mim, e depois de uns 15minutos, ele desceu na estação.
Não costumamos fazer nada alem do que acontece ali dentro com estes rapazes, mas quem sabe um dia, comece numa encoxadinha e termine na cama me comendo todinha, rsrs.

encoxada no onibus lotado

Oi, meu nome é Fabiana, moro em Volta Redonda-Rio de Janeiro, trabalho como vendedora e vou contar um delicioso conto safado que aconteceu comigo durante o trajeto de volta do trabalho dentro do busão, rsrs.
Tenho 23 aninhos, seios enormes, boca carnuda, adoro roupas sensuais como mini-saias e decotes, e foi vestida assim que algo me surpreeendeu dentro do onibus. Estava eu voltando do meu serviço, era um dia quente, por volta das 18:50 da tarde, onibus lotado, eu com sainha preta e uma camisa branca, estava em pé, me segurando, cada vez mais enchia de passageiros, logo comecei a perceber que um rapaz moreno se aproximava cada vez mais perto por trás de mim, pela janela pude ver que ele era bonitão, com traje esportista, acabei não falando nada e deixei acontecer.
Quanto mais o onibus lotava, mais ele chegava, nao demorando muito, começou a se esfregar na minha bundinha, confesso que comecei a ficar molhadinha, minha calcinha neste dia era um fio dental branco, e aquele homem empurrava seu penis já duro contra minha bundinha em cada curva que faziamos, comecei a imaginar aquilo tudo dentro de mim. Entao ele foi mais ousado, e por debaixo de minha saia, colocou devagarinho sua mão, chegando seus dedos até minha bucetinha, puxou minha lingerie para o ladinho e enfiou um dedinho na minha xotinha, fiquei louquinha de tesão. Aquilo foi ficando cada vez melhor, seu dedo entrava e saia, eu apenas fechei meus olhos e deixei acontecer. Nao me aguentando mais, acabei gozando, nunca tive uma experiencia destas, ele tirou, mas continou me encoxando até chegar seu ponto de desembarque.
Naquele dia fui para casa, nao me aguentei e brinquei com um vibrador meu, rsrs. Nunca mais vi aquele lindo e gostoso, mas já recebi outras encoxadas no busão e confesso que adoro,rsrs.

Meu vizinho tarado

Sempre volto do trabalho de metrô e gosto das encoxadas que recebo. Sou loira, modéstia à parte, sou bonita, 1,71 m de altura, seios grandes e siliconados, e corpo muito bonito pois sou adepta a muita malhação. Trabalho até as 16 horas e sempre volto de metrô. O vagão costuma estar cheio. Devido à lotação, sempre aparece um engraçadinho tentando me encoxar. No início eu evitava, mas com o passar do tempo passei a ignorar e depois a curtir esta sacanagenzinha aparentemente sem conseqüências. Naquele dia senti um engraçadinho me encoxando. Como sempre, não olhei para trás pois ele poderia entender que eu estava gostando e tentar algo mais. Eu apenas deixava ele se esfregar em mim e encaixar seu pau no vão de minhas nádegas. Senti que o tarado era bem dotado e fiquei curiosa. Consegui ver seu reflexo no vidro e, para minha surpresa, era meu vizinho. Aliás, era o filho do vizinho, Carlinhos, de apenas 16 anos. Carlinhos era conhecido no prédio por sua peraltices de infância, mas passou a ser uma garoto calado e até tímido depois que virou adolescente, diga-se, um típico adolescente de 1,70m, magro e com cara de criança. Por mais gostoso que pudesse estar, tinha que parar pois ele poderia falar para todos no prédio que eu era uma vadia ou coisa do tipo. Olhei para trás e pedi para ele parar com a sem-vergonhice. Ele falou que ve via todo dia sendo encoxada e que sabia que eu gostava daquilo, e que era o dia dele. Fiquei sem ação e senti ele forçar o pau contra minha bunda. Para não discutir acabei deixando. Chegamos até nossa estação e camonhamos para casa. Ele me acompanhou sem falar nada. Vi que vestia uma calça de moleton (por isso que pude sentir tão bem seu pau na minha bunda) e que colocava mochila na frente para disfarsar sua ereção. Eu estava curiosa para ver seu cacete pois me pareceu muito grande, ainda mais se tratando de um pirralho de 16 anos. Chegamos no nosso andar e antes de nos despedir ele se desculpou por ter agido daquela forma e pediu para eu não contar nada para seu pai. Falei que ele merecia uma lição e chamei-o para entrar no meu apartamento. Naquele horário meus filhos e meu maridos não estariam em casa e eu teria pelo menos duas horas de sossego. Ele entrou cabisbaixo. Ofereci um refrigerante e quando fui buscar, abri minha blusa deixando um decote que oferecia uma bela visão dos meus seios. Também levantei minha saia alguns centímetros para que, quando sentasse na sua frente ele pudesse vem melhor minhas pernas. Carlinhos estava sentado no sofá e pegou o copo de refrigerante sem olhar para mim. Sentei na poltrona na sua frente com o corpo curvado para frente. Carlinhos quase engasgou quando viu meu decote. Ficou mais constrangido ainda. Encostei as costas na poltrona e cruzei as pernas. Ele então passou a olhar minhas coxas. Comecei falando que ele não devia encoxar mulheres no metrô, que era coisa de cafageste, e que ele deveria encontrar outra forma de aliviar suas necessidades. Ele falou que se aliviava várias vezes por dia no banheiro. Perguntei se ele não tinha namorada e ele faou que teve uma, mas ela não quis nada além de beijos. Perguntei se ela não gostou de ser encoxada e ele respondeu que ela gostava mas ficou com medo quando viu seu cacete. Falei que queria ver, pois nunca havia visto um pau assustador. Ele se levantou e notei o volume na sua calça. Ele abaixou sua calça e cueca libertando o belo caralho que tinha: quase 20 cm e grosso. Era um pouco mais grosso que o pau do meu marido e seria apenas um pau grande se não fosse o pau de um garoto de 16 anos. Entendi o porquê de a namorada temer sua pica. Falei que seu pau era para mulheres de verdade e não para garotinhas e ajoelhei-me na sua frente. Abocanhei seu cacete que latejava de tão duro. Enfiei metade na boca e senti o jorro de porra na garganta. O coitado estava tão nervoso que gozou em menos de 30 segundos. Felizmente seu pau permaneceu duro. Empurrei-o para o sofá e fui por cima. Levantei a saia e puxei minha calcinha para o lado. Encaixei seu cacetão na minha xoxota melada e sentei fazendo desaparecer nas minhas entranhas. Eu estava precisando daquilo pois meu marido não me procurava havia semanas. Cavalguei sua rola, subia e descia me deliciando com cada centímetro que avançava e recuava dentro de mim. Quando cansava sentava e mexia meu quadril para frente e para trás esfregando meu grelo nos seus pentelhos. Carlinhos conseguiu se segurar pois já havia gozado uma vez. Gozei e logo em seguida Carlinhos, que até então estava parado, começou a mexer. Senti o calor de sua porra dentro de minha xoxota saciada. Sai de cima e chupei seu pau para recolher a porra que ainda o cobria. Seu cacete continuava duro (uma maravilha da juventude). Perguntei se era sua primeira vez e ele disse que sim. Falei que ele merecia uma primeira vez completa. Fui até o banheiro me limpar e peguei o gel lubrificante. Voltei nuazinha e pedi para ele tirar a roupa. Ele ficou parado admirando meu corpo. Ele disse que batera muitas punhetas em minha homenagem, principalmente quando me via de biquini na piscina do prédio. Falei que não era hora de fantasiar, mas de agir. Fiquei debruçada no sofá e pedi para ele me lamber. Ele lambia minha xoxota com dificuldade. Falei que estava gostoso mas era para lamber minha bunda, e separei as nádegas com as mãos. Senti sua língua cutucar meu cuzinho. Após algumas lambidas. entreguei-lhe o tubo de gel. Ele perguntou o que era aquilo e respondi que era lubrificante anal. Ele abriu um sorriso, passou um pouco no dedo e colocou no meu cuzinho. Falei para passar bastante pois seu pau era muito grande. Ele deixou meu cu bem melado. Voltei a ficar de joelhos e chupei seu caralho duro. Deixei-o bem babado e voltei a ficar debruçada no sofá. Abri as nádegas e pedi para ele meter devagar. Senti o pau encostar no meu cuzinho e invadir meu reto de uma vez. Gritei de dor. Ele tirou o pau e pediu desculpas. Mandei ele enfiar de novo, mas com mais calma. Ele foi mais cuidadoso mas enfiou tudo de uma vez. Mordi a almofada de dor. Senti seus pentelhos pinicarem minha bunda. Ele começou a meter rápido e eu não falava nada pois se tirasse a almofada da cara gritaria de dor. Desta vez ele foi rápido. Acelerou as bombadas e gozou. Seu pau saiu molinho do meu cu. Eu queria esganar o cretino mas reconsiderei pois era sua primeira vez e ele estava afoito. Falei que ele havia me machucado e que deveria ser mais cuidadoso quando comesse um cuzinho. Ele pediu desculpas e abaixou a cabeça. Vi seu pau mole e perguntei se ele agunetava mais uma. Ele sorriu e falou que com certeza. Chupei seu pau e rapidamente endureceu na minha boca. Desta vez fui por cima e encaixei-o no meu cuzinho arrombado e ainda vazando porra. Sentei deixando entrar tudo no meu reto esporrado. Falei que tinha que ter cuidado e eu só estava aguentando porque era experiente e ele já havia arrombado e gozado dentro. Rebolei e requebrei naquele cacete. Comecei a cavalgar em movimentos curtos e rápidos. Toquei uma siririca e gozei rapidinho. Sai de cima e deitei no tapete. Pedi para ele me comer gostoso e me encher de porra. Ele se deitou sobre mim, enfiando seu pauzão inteiro no meu cu guloso e meteu. Falei que não precisava ter cuidado pois ele já havia me arrombado. Então ele passou a meter fundo, firme, forte e, principalmente, rápido. Ele meteu por uns 10 minutos fazendo eu gozar novamente. Então ele começou a urrar e gozou no meu cu, desfalecendo sobre meu corpo. Seu pau amoleceu dentro de mim e meu cu o expulsou naturalmente. Senti a porra vazar e escorrer para a xoxota. Vi no seu relógio que eram 17 h e 15m, ou seja, toda a fora demorou cerca de uma hora. Falei que ele precisava ir embora. Ele vestiu a roupa e quando ia abrir a porta disse que no dia seguinte poderíamos repetir a dose. Limpei muita porra do sofá e do tapete. Estava jogando os panos no lixo quando ouvi alguém mexer na fechadura. Corri para o banheiro para tomar banho quando ouvi minha filha gritar que havia chegado. Quase fui pega. Transei com Carlinhos por alguns meses e ensinei a ter cuidado ao comer um cuzinho. Quando ele arranjou uma namorada disse que pararíamos quando começassem a transar. Até faltei no trabalho no dia da nossa última. Foi tanto sexo que não sei se eu levei uma surra de pica ou se eu dei uma surra de buceta e cu no garoto. Voltamos a trepar apenas uma vez, quando ele passou no vestibular e ia morar em outra cidade. Foi sua foda de despedida. Foda anal pois dó comeu meu cuzinho, já que sua namorada regulava o dela. Logo em seguida seu pai se mudou e nunca mais o vi.                        

Encoxada deliciosa

sou branco tenho 39 anos e vuo contar o que aconteceu comigo dentro do trem certo dia.estava voltando do trabalho as 17h,e escolhi um lugar onde o trem ja tivesse o vagão cheio assim que entrei ja vi uma morena muito gostosa encostei do lado dela e logo estava atras dela de tanto o pessoal empurrar,ela vestia uma calça social branca,bunda maravilhosa,encostei meu pau no rego dela e logo ficou duro,assim que ela sentiu o pau latejar no cuzinho dela deu uma empinada gostosa,fazendo eu sentir aquele rego gostoso,discretamente deixei minha mão encostar na bunda pra sentir a calcinha dela,nossa foi muito gostoso depois continuei a esfregar de leve aquela bunda maravilhosa,foi quando ela deu uma olhada pra tras lambeu os labios e deu um sorriso bem safado aquilo me deixou louco de tesão,não resisti e tirei o pau pra fora da calça e enterrei no cuzinho dela,ela sentindo meu duro no meio do rego começou a morder meu pau com a bunda foi delicioso,consegui me controlar para não gozar algumas estações depois ela desceu consegui passar a mão na hora que ela desceu e pude sentir aquele cuzinho quente,a calça dela ficou bem molhada com o meu pau roçando ela,bem ai eu resolvi trocar de vagão pra ver se conseguia outra gostosa,foi ai que encontrei uma outra moreninha essa de mini saia cheguei e fiquei do lado dela,na hora ela estava de frente pra mim mas logo ela virou de costas,não demorou muito e ela se ajeitou bem na minha frente,quando ela sentiu meu pau ainda mole no momento começou a rebolar bem devagar,então olhei pra baixo pra conferir e ela estava rebolando mesmo deixei ela a vontade enquanto meu pau ficava duro,aquilo me deu tanto tesão que tive vontade de tirar o pau pra fora denovo mas não dava pois o vagão não estava tão cheio,porem não resisti e coloquei a mão por baixo da saia dela acariciando aquela bundinha gostosa,ela gostou e rebolava na minha mão fazendo eu sentir meu dedo roçar o cuzinho dela que era quente,passei o dedo tb na bucetinha que estava molhadinha,quando sai de tras dela pra descer ela entrou na minha frente rapidamente e encostou novamente no meu pau ainda duro de tesão,ai não aguentei,tirei o pau pra fora e encaixei por baixo da saia naquele rabo gostoso,fiquei louco e resolvi abraça-la e desci minha mão e levantei a saia dela pegando na bucetinha enfiei o dedo bem fundo naquela xaninha,uma mulher que estava em nossa frente viu a cena mas eu nem liguei,então ela se contorceu toda apertando minha mão contra sua bucetinha e gozou gostoso no meu dedo,eu tambem não aguentei e gozei no meio daquela bunda gostosa, que ficou toda melada com a minha porra,descemos do trem e ela saiu voando muito rapido tentei alcançala mas tinha muita gente,sai pra fora da estação mas não a vi,acho que ela teria passado no banheiro pra se limpar ou se martubar mais um pouquinho,foi muito gostoso,e pode acreditar foi verdade. voce mulher que gosta de ser encoxada,se quiser pode me mandar email,podemos nos encontar qualquer dia combinar horario e estação pra brincarmos um pouco meu email é cido.sombra@hotmail.com

Gozei sendo encoxada no metrô

Olá a todos, meu nome é Nana, tenho 19 anos e ontem aconteceu uma coisa tão deliciosa, tão tesão comigo que tive que compartilhar. Tenho um corpo cheio de curvas, mas meu forte mesmo são os seios, que são grandes e bem empinadinhos, que eu sempre realço com algum tipo de decote, mesmo no frio. Cintura fina, bumbum médio e coxas grossas, cabelo castanho ondulado e que sempre desce solto pelas minhas costas, essa é a melhor descrição de mim mesma. Bom, lá estava eu ás 06:00 da manhã em um vagão de metrô lotado da linha vermelha aqui de São Paulo (quem pega metrô todo dia sabe exatamente do que eu estou falando...). Estava toda espremida em uma pilastra e ouvindo música distraída, ainda faltava 7 estações pra eu descer então fechei os olhos e comecei a relaxar, sentindo uma sensação familiar atrás de mim... Abri os olhos e percebi que tinha um cara de pau duro bem no meio da minha bunda. No começo fiquei meio cismada, mas não tinha pra onde ir por que tava lotado demais, mas depois eu fui ficando com mais e mais tesão. Não dava pra ver o rosto do cara, nada, só sentia aquele mastro que parecia ser gigante pressionando minha bunda, que delícia!! Minha bucetinha começou a tremer e fiquei molhadinha, mas ainda permaneci lá, parada, deixando o tarado se aproveitar do vai-e-vem do metrô, agora ele esfregava mais forte e dava pra sentir claramente o contorno daquele pau gostoso bem no meio da minha calça legging, não aguentei e comecei a rebolar devagarzinho, só pra ver a reação do cara. Ele começou a contrair seu membro e ele foi crescendo, crescendo contra a minha bundinha. Que sensação maravilhosa, eu queria gemer de prazer mas tinha medo de alguém ver ou ouvir, mas naquela hora todo mundo cochilava sentado em seus lugares então resolvi ser mais ousada e comecei a rebolar pra valer, como se aquele cacete estivesse realmente todo atolado em mim. O cara não se aguentou e encostou a boca na minha orelha, eu senti o ar quente da sua voz e ele já rouco falou algo do tipo "essa sua bundinha tá me deixando louco gata", aí é que eu me descontrolei mais, parecia uma vadia querendo ser bolinada e abusada por um desconhecido no metrô. Tateei com as mãos atrás de mim e peguei o que eu supus ser a mão dele, e guiei na direçao da minha buceta. Ele começou a alisar ela bem devagarzinho, eu arfava de tesão enquanto ele aumentava a pressão dos dedos e ao mesmo tempo simulava uma estocada forte na minha bunda. E já tava ficando louca, foi então que olhei pros lados, vi que ninguém tava olhando e enfiei a mão dele por dentro da minha calcinha, com a minha bolsa na frente ninguém viu nada. Ele ficou esfregando meu clitóris todo babado com tanta vontade, tanta força e tão rápido, que eu senti que ia gozar em poucos segundos. Ai que delícia, eu tava adorando tudo aquilo, ser a putinha de um tarado do metrô... e seu pau só ia crescendo e ficando duro atrás de mim, que gostoso meu Deus, parecia que ele a gozar a qualquer minuto, senti que seus dedos iam mais fundo, quase me penetrando, foi aí que não aguentei e gozei ali mesmo, molinha naqueles 3 dedos giratórios e deliciosos, e espremi minha bunda ainda mais contra ele, sentindo que ele tava gozando também, pq gemeu no meu ouvido. Depois, ele tirou a mão, deu mais duas ou três esfregadas na minha bunda e saiu de trás de mim. Ainda me virei pra ver se via pelo menos o rosto do cara que me fodeu em pleno Metrô, ams não dava pra saber pq tinha uma multidão descendo na Sé. Eu fiquei lá, recuperando o fôlego,e até perdi uma estação. Que delícia de experiência, hoje em dia mal vejo um ônibus, metrô e etc lotado que já vou me posicionando de modo a receber alguma encoxada gostosa. Homens, encoxem as mulheres, todas elas! elas adoram isso, é muito bom, embora algumas pareçam bravas no fundo toda fêmea tem o fetiche de se sentir tão desejada a ponto de ser abusada e bolinada em público, ainda mais com um cacete duro bem no meio da bunda. Eu gozei sim, gozei gostosoooo e com um desconhecido ainda! Muito tesão! Comentem se gostaram, beijos molhados em tds vocês!
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Fantasias e amassos no ônibus

Um das coisas que me excitam é dá umas encoxadas em ônibus lotados, elevadores ou outros locais que seja possível... Vou agora relatar alguns fatos desses que aconteceram comigo e gostaria de compartilhar com vocês.
I
Hoje (13/04), agora a pouco, quando vinha do trabalho para casa dei uma encoxada gostosas, se demorasse mais um pouco eu tinha gozado, esfregando meu cacete e sentindo aquela bunda gostosa. Moro em Natal/RN e peguei o transporte coletivo na Praça Gentil Ferreira, no bairro do Alecrim (quem mora aqui sabe que é grande o movimento de pessoas nesse bairro). Quando fui subir no ônibus fiz a gentileza de deixar subir na minha frente uma jovem que vinha da aula, vestindo calça jeans e farda da escola, ela tinha o quadril largo, bumbum grande, mas não tão empinado, tipo cheinha. O ônibus já vinha praticamente lotado e quem ia entrando e passando na catraca não tinha mais condições de se mexer, ela passou em seguida eu passei, mas ela não conseguiu dá nem mais um passo e ficamos no corredor, eu fiquei por trás dela, encostado em sua bunda. E não demorou muito o meu cacete foi ficando duro, inicialmente ele estava colocado para baixo e ficou no meio de sua bunda, ela se encostava, às vezes ficava na ponta dos pés voltava a descer, mas em momento algum se afastou ou fez algo para evitar o contato, e eu esfregando ele em sua bunda, estávamos juntinhos, bem coladinhos um no outro. Coloquei o cacete meio de lado e continuei a encoxada, se esfregando em sua bunda e ela em meu cacete, tudo como se fosse algo que estivesse ocorrendo na maior naturalidade. Meu cacete chega babava e eu sentia, pensei que fosse gozar, foram uns 15 minutos de uma encoxada deliciosa e confesso que se demorassem mais uns 10 min eu tinha gozado lhe encoxando. O ônibus foi ficando mais vago e me afastei, indo para outro local...
II
Quando eu estava na universidade fui participar de um encontro no RS, juntamente com mais duas colegas; fomos de ônibus, um ônibus de Natal a SP e outro de SP ao RS. Na volta quando pegamos o ônibus em SP, ele vinha bem vago com no máximo 15 pessoas viajando, então podíamos sentar em qualquer das poltronas. E no ônibus vinha uma mulher jovem, uns 24 anos, que estava vindo de SP ao RN para visitar familiares. Conversando com ela me contou que era casada, mas que o casamento não estava muito legal e que estava aproveitando para ir visitar a mãe e tentar dar uma arejada na cabeça, pensar no casamento, etc. À noite sentei ao seu lado, ela estava ouvindo música e dividiu comigo o fone, ficamos ouvindo música e conversando. Ela usava um short e blusa e em determinado momento pegou um lençol e perguntou se eu também queria me cobrir um pouco, claro que aceitei... passei a encostar as minhas pernas na dela, ela aceitou e ficou mais encostada em mim, eu fui alisando seu braço, ela foi ficando arrepiada, eu passei a lhe tocar os seios por cima da blusa, apertando os biquinhos, deixando-os durinhos, descendo minhas mãos por sua barriga, ela colocou as mãos em minhas coxas e apertou o meu cacete por cima da bermuda, ele já estava durinho. Eu abrir o seu short e desci-o um pouco e percorri a sua buceta por cima da calcinha, afastei a calcinha e senti o quanto a sua buceta estava molhada, fiquei alisando ela, massageando o seu grelinho, enfiando os dedes nela, masturbando ela bem gostoso. Enquanto ela abrir a minha bermuda e colocou o meu cacete para fora e ficou punhetando. Apertava a cabeça, alisava toda a extensão do meu cacete, me punhetava gostoso. E ficamos assim, eu enfiando os dedos em sua buceta, massageando o grelinho e ela punhetando o meu cacete, até que gozamos os dois, ela deixando meus dedos todos lambuzados e eu deixando as suas mãos cheias porra. Depois de gozarmos gostoso fomos dormir. No outro dia nem ela nem eu comentamos nada do ocorrido.
III
Outro dia eu estava em um ônibus, que não estava lotado, quando entra um jovem, de uns 18/19 anos no ônibus, ela estava com um vestido verde, folgado, com as costas abertas e vinha da escola. Confesso que me deu o maior tesão e uma vontade de dá uma encoxada, ainda mais por perceber que a calcinha que ela estava usando estava toda enfiada na bundinha. Ele entrou e foi para a parte final do ônibus, ficando em pé. Nas paradas seguintes foram entrando pessoas no ônibus e eu me levantei para dar o lugar a uma pessoa e aproveitei e fui para perto da gostosinha, uma cadeira ficou vaga e ofereci a ele, que pediu a minha bolsa para segurar. Dei a bolsa a ela e agradeci e fiquei ao seu lado, em pé. Vendo o decote que mal escondia os seus seios e imaginando encoxando aquela gostosinha meu cacete ficou duro e encostei-me a seu ombro, ela não se afastou, até forçou ele de encontro ao meu cacete. E fiquei assim encoxando o seu ombro e aproveitando para alisar suas costas e o seu cabelo. Eu pressionava o meu cacete que chega pulsava de encontro ao seu ombro e ele apertando o ombro de encontro ao meu cacete. E ficamos assim nesse amasso, até que ela se levantou, pois já estava perto de sua parada. Eu peguei a minha bolsa e me posicionei por trás dela e encostei o meu cacete nela e aproveitei para passar a mão em sua bundinha percorrendo o seu rego e comprovando o que já havia notado quando ela entrou no ônibus, que a sua calcinha era minúscula e estava toda enfiada em sua bunda. Ela desceu e eu fiquei com vontade de fuder gostoso aquela tesuda. Quando cheguei em casa não agüentei o tesão e me masturbei gostoso pensando no que aconteceu.
Espero que vocês tenham gostado e se desejarem manter contato.

Encoxadas e gozadas numa festa

Passei o final de semana no Guarujá. Na noite de sabado usei um vestido branco ate a metade da coxa e por baixo usei um shortinho de licra branco sem calcinha pra não marcar. Usei uma sandalia de salto prateada cabelos presos. Eu queria sair mas meus pai não deixaram dai minha prima que e mais velha disse que iria numa festa na casa de uma amiga dela e que poderia me levar que seria uma festa familiar e que não tinha perigo e após muita insistência meu pai liberou. Fiquei com o mesmo visual e fui com minha prima eu fui perguntando onde seria a festa e ela falou que jaja chegariamos e eu mesmo veria. Não demorou e chegamos era um casarão num bairro mais afastado acho que não é Guarujá ali por que parecia um bairro mais humilde mas tudo bem chegando eu vi que a casa estava lotada tocando funk e cheia de gente tudo o que eu detesto logo na porta chegou um cara na minha prima e dai ela falou pra mim Gaby vou dar uma Escapadinha com meu gato mas você vai curtindo aí embaixo só não beba qualquer coisa e quando for 5 horas eu te pego, ainda era 1 e meia da manha. Eu fiquei meio puta porque não conhecia ninguém ali. Bom ela foi e não me restou nada a não ser entrar na casa. Abri a porta e logo vi a música mais alto tudo muito escuro e muita gente entrei e logo fiquei toda amassada de tanta gente nisso já encostou um moleque em mim e veio querendo Me dar um beijo eu sai fora e dai ele veio qual é gatinha e blá blá eu continuei andando. Dai fui procurando algum lugar mais seguro mas tava muito escuro e logo veio o moleque de novo e eu falei se eu te beijar você para de encher e ele disse que sim, a meu quer saber fingi que ele era lindo e caprichei no beijo. Ele já Me pegou pela cintura e Me encaixou de frente e como ele era bem mais baixo que eu senti o negocio duro bem no meio das minhas pernas ate tentei sair mas no que fui ir pra trás senti que tinha um cara atras de mim e já chegou encoxando e afastou meu cabelo e enfiou a língua no meu ouvido aí não teve jeito e aquilo Me acendeu o da frente Me encoxando na buceta e o de trás forcando no meio da minha bunda eu pra facilitar dei uma levantadinha no vestido e dai deu uma bela encaixada. Me senti fazendo uma dupla penetração dai eu dei uma de louca e Me virei beijei o de trás e fui enrabada pelo outro eu já tava com muito tesao. Mas dai eu dei um empurrão geral e sai andando. Continuei vagando do naquele lugar escuro e o funk rolando que inferno ate que uma hora que cheguei ate uma parede e fiquei encostada fiquei ali quieta meio com medo e meio empolgada e dai a pouco aparece os dois e mais uns não sei quantos e falando essa aqui é safada. Eu puxei ele e falei meu nem vem com esse papo meu pai ta esperando la fora e qualquer merda ele entra, e ele disse relaxa que não quis ser grosso. Ele começou a Me beijar enfiando a língua bem fundo em mim e nisso foi Me empurrando corra a parede e quando achei que ia encostar nela senti que tinha alguém atras e não era o mesmo daquela hora senti que era alguem mais alto e que estava com as pernas um pouco curvadas que praticamente dava pra eu sentar o cara ainda levantou meu vestido e Me puxou pela cintura com as duas mãos encaixando a cabeça do pau na entrada do meu cuzinho e imagina com o short de licra logo tava entrado boa parte e na frente o outro esfregando o pau na minha vagina enquanto Me beijava o de trás puxou meu cabelo e dai eu gritei pros dois vou gozar assim dai o de trás disse que também ia e comecei a gozar e minha perna meio bamba gozando e logo senti que estava melada atras ele continuou atras de mim mas dai coloquei minha mao pra trás e enfiei dentro de seu short senti que ele tava sem cueca e estava muito melado dai parei de beijar o da frente e fiquei lambendo meus dedos e mãos lambuzados e dai só ouvi dizendo a mina é perva eu disse para senão vou embora, continuei com a limpada e com o pau e bem encaixada com o da frente agora ele disse que também queria gozar. Dai enfiei minha mao dentro do short dele a mao invertida e comecei a bater forte meio que sem jeito ele também estava sem cueca e dai facilitou muito e sem ele falar nada comecei a sentir os esguichos mas como minha mao estava invertida os jatos de sêmen foram pro meu punho e logo eu tirei e lambi. Dai empurrei todos e fui andando.
faltoiano.gaby@hotmail.com

Deixe-me encoxar e adorei

Eu sou loira tenho 167 de altura cabelos longos e bem safadinha adoro uma putaria dias atrás eu estava na estação de metro aqui em sp como sempre faço nas manhãs eu estava com uma calça social e um jaquetinha basica, neste dia estavaexcitada e louquinha para foder por estar um tempo sem sair com nenhum homem, sempre achei absurdo homens encoxarem mulheres em lugares público me soava meio nojento kkk mais neste dia não sei um rapaz de uns 30 anos não muito bonito mais com uma cara de safado ficou me medindo na plataforma,então imaginei que quando chegasse o vagão ele iria vim para cima de mim.Quando o vagão chegou ele começou de leve a encostar na minhas coxas me fiz de certinha e não deixei mas não sei por carência ou excitação acabei deixando .O safado ficou louco e dps de algumas estações literalmente esfregava a rola na minha bundinha eu apenas empinava e sentia a rola esfregando com gosto na minha bunda de imediato minha xaninha começou a escorrer muito ficando melada com o corpo quente a ate mesmo suando sentia cada vez mais seu pau cresçendo na minha bundinha eu olhava de um lado para outro e percebia que ninguem estava olhando então eu empinava mais minha bundinha , nossa a sensação foi deliciosa não sei se pela carência ou pelo perigo ficamos nesta brincadeira ate a estação sé quando eu desci e o rapas bem discreto apenas apertou minha mão e seguiu seu caminho quando heguei no trabalho olhava para minhas amigas e pareçia que todas sabiam oque eu tinha feito kkk tive que ir correndo para banheiro gozei muito gostoso umas tres vezes,Engraçado que depois de umas duas semanas eu encontrei o mesmo rapaz na estação novamente ele veio tentar me encoxar e eu não deixei mais ele bem discreto não insistiu deve ter me achado meio louca kkkkkkkkkkk queria conversar com outras mulheres que gostam de ser encoxadas ou foram e acharam bom,Já estou dizendo logo não quero falar que estes tarados sem noção sou formada e trabalho numa boa empresa quero conhecer pessoas que queiram conversar apenas email bruninhaspspsp@hotmail.com

Encoxando as crentres

Sexta feira passada... Seis e Meia da tarde... Centro da cidade, eu esperando um busum para voltar pra casa... Fazia um pouco de frio e garoava bem...
O ponto de ônibus tava lotado de pessoas que voltavam do trabalho, escolas e outras atividades mais... De repente , eu ví encostar naquela parada de ônibus, um circular da Vila-ilha Evangélica - bairro que fica bem pertinho do meu, aqui em Sampa.
Gente, aquele busum tava tão lotado que nem chegava a fechar a porta. Assim que eu ví uma moça evangélica - morena, cabelos longos, trajando uma saia vermelha colada ao corpo - eu subí atrás dela...
Como mal conseguíamos andar pelo corredor, nós dois ficamos antes da catraca, já que havíamos embarcado pela porta dianteira. Alí dentro do busão tava um calor infernal, pois as portaa a maioria das janelas tavam fechadas, deviod ao frio de fora e à chuva insistente...
Eu usava uma calça moleton sem cueca. Já saí assim, prevendo que aconteceria uma bela encoxada na volta pra casa...
Aquele busum tava cheio de crentes gostosas e rabudas. Tinhma um monte de "neguinho" se arpoveitando daqueles rabos evangélicos. Então, tratei de sarrar no que eu havia escolhido...
Encostei meu caralho duro bem no meio daquela bunda go stosa, carnuda e empinada da tal crente. Logo percebí que ela era casada, pois havia uma aliança enorme em sua mão esquerda. Mue pau queria se enfiar naquele cuzão gostoso. A safada tava querendo se esquivar de todo jeito. Me dava empurrões e cotoveladas. Chegou a olhar-me de cara feia, mas eu não arredava de trás dela. De vez em quando, eu descia a mão direira, fazendo-a tocar no rabo da morena. Sentí a marca de sua calcinha nos dedos. Dei-lhe uym leve beliscão no bumbum. Porra, nessa hora quase que o "tempo fechava de vez pra mim". A mulher reclamou em voz alta - " VC QUER PARAR COM ISSO, MOÇO?"...
Ela conseguiu se virar um pouco, ficando de ladinho pra mim. No entanto, ao fazer isso, ela virava o rabo para um outro carinha tarado que nem eu. Notei que ele tava se deliciando com ela também. Ela tamém olhava para ele de cara feia... Mas nós dois não desistíamos de continuar bolinando e encoxando aquela bunda gostosa e aquelas coxas roliças...
Após um tempo de sarro insistente na crente morena, eu notei que ela começara a se entregar aos nosso ataques. Claro, ela fazia isso de forma muito discreta. Parecia ter desistido mesmo de fugir dos assédios incensantes sofridos. Daí, eu e meu "colega" encoxador nos revezávamos no rabão dela. Ela mesma parecia controlar o tempo para cada um de nós. Se virava para um, depois para o outro. Sempre deixando-se ser encoxada no rabo. Até que numa certa hora, eu exagerei na medida. Enfiei os dedos no meio do rego dela. A mulher ficou uma "arara". Deu-me um safanão no meio do peito... Voltou a "dar preferência" pro outro tarado...
Bem, percebí que havia uma outra gostosa pertinho de mim. Esta estava aconpanhada de uma Senhora - parecia ser mãe dela. Pelo jeitinho de se vestir e se portar , eu desconfieie que ela também era evangélica. Um rabo delicioso coberto por uma apertada saia jeans. Fui me chegando para trás dela, na base do empurra-empurra. Foi difícil, mas depois de uma feada brusca do busão eu conseguí parar bem atrás dela. Ela sentiu logo minha tora grossa e dura tocar seu rabo carnudo. Deu-me uma discreta olhada por cima do ombro direito, mas não fez nada para fugir. Conituou a conversar com a tal Senhora - a quem ela logo chamou de "Mãe", confirmando minha dúvida. Aquela era bem mais safada e putinha do que a primeira evangélica que encoxei. A vadia deixou-me sarrar à vontade em seu traseiro. Empinava o rabo para sentir-me bem por trás. Dei várias dedas no mei do cuzão dela. Ela só conversava com a "Mammãezinha". Fiquei impondo um ritmo de vai e vem no seu rabo, como quem estivesse fazendo sexo anal. A safada se deixava levar na onda daquele sarro gostoso. Sem ter mais a mínima condição de segurar o gozo, eu fiz uma meladeira geral por dentro do meu moleton... Gozeu jatos e jatosa de porra, alí mesmo no busum, sarrando no rabo gostoso daquela crente casada e safada... Que delícia de encoxadas...

Aconteceu no ônibus

Tenho 41 anos, moro em Natal-RN, divorciado e a experiência que passo a relatar para vocês agora aconteceu em uma de minhas idas para o trabalho em ônibus coletivo, numa sexta-feira. Peguei o ônibus que pego normalmente, no horário habitual, por volta de 7:30 h da manhã. Alguns passageiros eram conhecidos de vista, de todos os dias. No ponto de ônibus seguinte entrou uma aluna que sempre pega o ônibus nesse horário, deve ter uns 19 ou 20 anos.
Ela é morena, cabelo crespo no meio das costas, seios médios, bumbum grande e arrebitado, coxas bem grossas e unhas vermelhas. Ela usava uma saia folgada acima do joelho, mostrando os pêlos dourados, uma blusa com as mangas enroladas e os dois últimos botões abertos mostrando o decote do sutiã e parte dos seios, e usava uma sandália de saltinho, que deixava o seu bumbum ainda mais empinadinho. Ela usava uma bolsa tira-colo e uma pasta de mão. Sempre que entra no ônibus, ela me olha, e para perto de mim. Quase sempre estou em pé, pois nesse horário o ônibus está cheio. E quando chega o seu ponto, me olha bem nos olhos antes de saltar. Sempre que vaga lugar próximo a mim, a deixo sentar. Ela dá um jeito de abrir mais o decote, e levanta bem a saia, mostrando mais ainda as coxas grossas e douradas. Me excito a ponto de meu pau ficar duro e latejando. Ela sempre disfarça, mais olha várias vezes meu volume na calça. Sempre dou um jeito de encostar o cacete em seu ombro, pressionando e sou correspondido com a pressão que ela faz com o ombro e braço em meu cacete.
Nessa sexta, fui trabalhar de calça de algodão, camisa de mangas compridas e botões, cueca bem folgada de tecido fino e tênis. Ela entrou, passou na roleta e me olhou nos olhos, como sempre faz. Se aproximou, passou por mim e parou ao meu lado. A senhora que estava sentada na minha frente segurou as coisas dela. Olhei seu decote, e pude ver parte das auréolas do seio direito dela aparecendo, os biquinhos já estavam durinhos. Ela reparou que olhei, viu que estava aparecendo, e encheu o peito de ar, estufando-o ainda mais e moveu os ombros pra traz, para mostrar mais um pouco. Fiquei logo excitado. O ônibus encheu muito e ela veio se chegando mais e mais pro meu lado, até que cedi o lugar pra ela e me coloquei bem atrás dela. Olhei-a pelo vidro do ônibus, e ela me encarou. Estávamos segurando nos bancos, e minha mão encostava na dela. Não me contive e coloquei meu polegar sobre sua mão e acariciei-a. E afastei um pouco mais a mão sentindo a sua calcinha por cima da saia. Ela olhou nos meus olhos, e fez o mesmo que eu com a outra mão na minha. Não perdi tempo, e encostei meu pau já duro na sua bunda e rocei de leve. Ela continuou me olhando nos olhos, e rebolou suavemente pros lados, e depois empinou mais o bumbum. Meu pau latejou, e forcei ainda mais. Senti que ela empurrou mais ainda sua bunda pra mim. Ficamos roçando um no outro e nos olhando pelo vidro. Meu pau duro como pedra, latejava dentro da cueca. E ao mesmo tempo eu já percorria toda a sua calcinha, sentindo a alcinha lateral, até chegar a sua buceta, que alisei por cima da saia, sentindo o calor que exalava dela, pressionando o grelinho. Até que vagou um lugar na nossa frente. E ela pediu que eu sentasse, e que segurasse suas coisas.
Confesso que fiquei decepcionado, e ainda de pau duro sentei. Ela então encostou a bucetinha no meu ombro e ficou se esfregando em mim. Fiquei cheio de tesão, e respirava fundo para sentir o cheiro que emanava da sua bucetinha. Sentia o calor e a umidade da buceta dela se esfregando no meu ombro. A cada freada, cada curva, cada balanço ela se esfregava com mais força. Em outro momento roçava bem de leve. Eu aproveitei e como estava segurando a sua bolsa e pasta e passei a alisar a sua coxa, sentindo os pelinhos dourados ficarem arrepiados, ela ficava na ponta dos pés, depois descia, esfregando a buceta em meu ombro. Eu desci a mão e depois fui subindo por baixo de sua saia, sentindo os pelinhos arrepiados e o suor de sua coxa, fui subindo, até que cheguei a sua buceta, toquei por cima da calcinha, sentindo o quanto estava molhada, massageando o grelinho, pressionando e ela se esfregando ainda mais em mim. Afastei a sua calcinha e percorri toda a extensão de sua buceta, massageando o grelinho, enfiando o dedo, sentindo o quanto estava molhada, sentido o aroma gostoso de sua buceta. E assim com os meus movimentos em sua buceta, senti quando ela tremendo de tanto tesão, gozou gostoso e lambuzou ainda mais os meus dedos com o seu néctar gostoso.
O ônibus foi ficando mais vago e me recompus, retirando a minha mão de sua buceta, colocando próximo a narina para sentir o seu aroma. Até que ela pediu o material e agradeceu com uma carinha de safada, dizendo até amanhã e tenha um bom dia.
Espero que vocês se deliciem com mais esse relato. Fico aguardando o contato e comentários.
Meu e-mail/MSN é: sr-fetiche@hotmail.com ou twitter: @srfetiche

Encoxando a vizinha crente no ônibus

O que passo a contar agora para vocês aconteceu quando eu peguei um ônibus junto com uma antiga ex vizinha crente.
Ao entrar no ônibus já lotado encontro na minha frente uma ex vizinha crente (Betânia o nome dela) usando um vestido de malha colado ao corpo, não pude deixar de me encostar-se a ela já que outras pessoas também estavam atrás de mim. O meu cacete deu logo sinal de vida e foi ficando duro.
Ela estava junto a catraca para passar, mas não conseguia e eu vendo-a daquele jeito, aquele bumbum ao meu dispor, ela de vestido, uma crente (que me excitam muito, ainda mais quando estão de vestido ou saia), além de ex vizinha, por está muito próximo fui ficando excitado e meu cacete foi dando sinais de vida e passei a pressionar ele de encontro a bunda dela, que mesmo que desejasse não poderia evitar que eu a encoxasse. Fiquei ali enconxando-a até que ela conseguiu passar pela catraca e logo em seguida eu também passei, mas continuamos juntinhos, eu pressionando o meu cacete duro de encontro a sua bunda.
Ficamos conversando, eu perguntei para onde ela estava indo, ela disse que ia para a universidade, que está cursando administração e eu continuando pressionando o meu cacete de encontro a sua bunda, a adrenalina estava demais e resolvi ousar um pouco mais, desci a mão que segurava no ônibus e passei a percorrer a sua calcinha do bumbum até chegar à lateral sentindo que não era uma calcinha larga e sim com uma alça fina, resolvi ir mais além e percorrendo toda a extensão pela virilha, até sentir a sua buceta só separada de meus dedos pelo vestido e calcinha, senti o quanto estava quentinha, alisei sua buceta por cima do vestido e ao mesmo tempo encoxava ela gostoso, até que o ônibus foi ficando mais vago e depois fiz o caminho de volta até o seu bumbum, depois ela se afastou e foi se sentar em uma cadeira vaga.
Quando cheguei ao trabalho o tesão era tanto que tive que me masturbar no banheiro antes de começar a fazer algo, pois não conseguia esquecer a situação excitante vivida no ônibus.
Dias depois a encontrei novamente no ônibus e voltei a lhe dá uma boa encoxada, só que dessa vez ela estava usando uma calça jeans.
Espero que gostem de mais um relato meu e se desejarem manter contato através do e-mail/MSN fiquem a vontade, é: sr-fetiche@hotmail.com. Moro em Natal-RN e será um prazer manter contato e poder realizar algumas de nossas fantasias.

Encoxadas, amassos no ônibus

Vou relatar mais algumas encoxadas gostosas que tenho dado e que tem me proporcionado muitos momentos de prazer.
Encoxando no ônibus
Na última quinta-feira (18/10) ao subir no ônibus o mesmo já estava bem lotado, estou pegando o ônibus mais cedo, pois os horários dos mesmo mudaram e para não chegar ao trabalho muito atrasado pego mais cedo.
Como o ônibus estava lotado fui procurando um melhor lugar para ficar e aproveitando para ver se tinha alguma gostosinha pera ser encoxada. Consegui ficar em um local, eu estava segurando minha bolsa e estava muito complicado, as pessoas passando e ninguém pedia a minha bolsa para segurar. Notei que estava sentada uma morena, cabelos pretos, com óculos escuros, calça e blusa, e fui me aproximando, perto de seu ombro, braço, mas notei também uma aliança em sua mão esquerda (era casada). Como as pessoas as vezes para passar praticamente iam empurrando quem estava de costas para o corredor, numa desses empurradas, deixei meu cacete encostar no ombro da morena, ela não afastou, ele ficou duro em pouco tempo e fui me aproximando e como estava lotado, não tinha como ser diferente, mas para minha surpresa ela não afastava o ombro, com uma mão eu segurava no ferro para não cair e com a outra eu segurava a minha bolsa e fui aproximando os dedos e de vez em quando alisava seu ombro e ela não afastava, meu cacete já bem duro, fui encostando e pressionava ele de encontro ao ombro da morena, que não afastava e pressionava o ombro sentindo o meu cacete, eu alisava seus braço. Em determinado momento pedi a ela para colocar a minha bolsa próxima aos seus pés para facilitar a passagem das pessoas e ficar numa melhor posição, ela pegou minha bolsa e segurou. Ela passou a alisar o cabelo, abriu a bolsa, pegou o celular, depois voltou a colocar na bolsa, fechava a bolsa, colocou a mão esquerda segurando o ombro direito, quase perto do meu cacete, eu afastava e voltava a encostar o meu cacete em seu ombro. Se demorasse mais um pouco eu gozaria se esfregando nela. E fiquei assim até o ônibus foi ficando vago. Foi muito gostoso. Quando ela se levantou para descer eu fui atrás, ia descer no ponto seguinte ao dela e ainda dei uma encostada em sua bunda com o meu cacete duro.
Na sexta-feira pegamos o mesmo ônibus, mas só a vi quando o ônibus não estava tão cheio e eu ia me sentar em um local que vagou. Estou esperando ansioso a próxima oportunidade, para tentar encoxá-la novamente e tentar manter algum diálogo para ver no que pode dar. Depois conto para vocês.
Encoxando uma amiga de trabalho
Tenho uma amiga de trabalho que nos damos muito bem, inclusive trocamos confidencias, ela sobre o casamento, o marido, as crises, eu sobre o meu relacionamento, a vida, entre outras coisas.
Eu passei a alisar ela as vezes, tinha vez que ela não deixava, tinha outras que eu alisava os seus cabelos, pescoço, ai passei a vez por outra deixar ela sentir o meu cacete duro encostar em seu ombro, braço, não tem como ela não perceber que ele está duro, mas ela quase nunca afasta. As vezes viajamos a trabalho e numa dessas viagens ela encostou a cabeça em meu ombro e fiquei lhe alisando, percorri com os dedos os seus seios, muito excitante. Teve outra situação numa dessas viagens que ela estava sentada em uma cadeira e me pediu para lhe dá uma massagem nas suas costas, eu aproveitei e me além de massagear as suas costas eu encostei o meu cacete duro de encontro as suas costas, ela não se afastou, tenho certeza que ela sentiu e que sente quando encosto e pressiono o meu cacete duro em seu ombro, mas não diz nada, confesso que tenho sentindo muito tesão nela. As vezes elogio um roupa que ela vai, principalmente quando vai toda vermelho, umas pintadas de vermelho, vestido, sutiã e até mesmo a calcinha. Em novembro iremos viajar só os dois a trabalho, espero poder dá umas encoxadas nela, umas alisadas e quem sabe algo mais.
Moro em Natal-RN e o meu MSN/e-mail é: sr-fetiche@hotmail.com e o Twitter é: @srfetiche. Gostaria de manter contatos com pessoas que curtam encoxadas em ônibus, elevadores, locais públicos, para quem sabe realizarmos algumas de nossas fantasias.

Encoxadas no ônibus

Olá, me chamo Marcela e esse é mais um relato que irei fazer aqui. Gosto de escrever minhas experiências sexuais, pois é uma terapia e me deixa excitada saber que vou compartilhar minhas aventuras sexuais e deixar muitos homens excitados (e mulheres também, por que não?). Apesar de minha pouca idade (vou fazer 17 esse ano), já passei por muita coisa. Perdi minha virgindade aos 15 anos com meu padrasto, com o qual ainda me relaciono, e muito! Transei com o caseiro da nossa chácara; com um técnico de manutenção entre outros. O que vou relatar aqui hoje começou dentro do ônibus a caminho da escola. Como é sabido os ônibus e metro de São Paulo vivem cheios e sempre tem os espertinhos prontos para se aproveitarem da situação e abusar de garotas desavisadas...

Tudo começou há uns meses atrás, quando peguei o ônibus para a escola. Estava cheio como sempre e a certa altura começou a encher mais e mais, parecendo uma lata de sardinha gigante. 
Ei estava em pé no fundo e então, veio abrindo caminho por dentre a multidão, um mulato alto e forte. Ele veio se aproximando, pedindo licença aos demais passageiros e por fim parou atrás de mim. 
Eu estava vestindo o uniforme da escola, que era uma calça de moletom que devido a minha bunda grande e empinada, ficava bem agarrada, marcando a calcinha e camiseta branca com o logotipo do colégio. Senti o camarada se encostar na minha bunda e percebi que não havia como eu me afastar. 

Eu estava prensada entre o banco de passageiros e o mulato. Pude sentir o volume do pau dele crescer na minha bunda. Eu sentia uma mistura de raiva e tesão. A cada solavanco do ônibus ele se esfregava mais o pau na minha bunda. A certa altura, a raiva sumiu e só ficou o tesão. 
Ele se segurou no apoio do banco e assim pode encostar a mão na minha cintura. Eu não olhei para trás, pois estava com vergonha, mas dei uma pequena reboladinha só para provocar. Percebi que eu tinha ficado molhadinha com aquela situação. Então, o homem apertou o sinal para descer e então, deu uma passada rápida de mão na minha bunda. Ele desceu e do lado de fora ele me deu uma encarada e percebi seu olhar de desejo. 

Aquela situação não saiu da minha cabeça e após a aula, quando cheguei em casa, fui tomar banho e me masturbei em baixo do chuveiro, imaginando aquele tarado me bolinando no ônibus. No dia seguinte, estava ansiosa para pegar o ônibus e encontrar o mulato tarado de novo e não deu outra, o cara entrou no ônibus alguns pontos a frente e sem demora, se posicionou atrás de mim. Fiquei lá, passiva, deixando ele se aproveitar como podia. Eu sentia a rola dele, por dentro de sua calça, forçando a minha bunda, como se fosse estourar a minha calça. Era o mesmo ritual, antes de descer no seu destino, ele passava a mão na minha bunda, pois aquela altura, ele sabia que eu nada faria. 

Ele havia percebido minha passividade e minha submissão as suas investidas e eu tinha certeza que logo iríamos para outro nível. No dia seguinte, para minha frustração, ele não apareceu e nem no dia seguinte e nem no outro... Peguei-me ansiosa com aquela situação! Caramba, eu queria ser bolinada por aquele homem e como uma viciada, estava tensa e nervosa por não estar tendo aquilo durante os dias que ele desapareceu... Foi ai que dois dias depois, lá estava ele de novo. Pela cara dele, percebi que ele também estava ansioso por me ver. Só que dessa vez havia um detalhe: eu estava sentada no banco e ele ficou em pé ao meu lado e sem cerimônia, encostou sua rola no meu ombro e em seguida, conforme o balançar do ônibus, o pau dele roçava meu rosto. Me deu água na boca e tive vontade de cair de boca e mamar ate ele gozar na minha boca. 

Então, a senhora que estava sentada ao meu lado, se levantou e sentei-me no lugar dela, dando lugar ao mulato, que se sentou ao meu lado. Ele então me olhou e se apresentou. Seu nome era Josias e eu disse meu nome para ele, que perguntou minha idade e quando eu disse que era 16 ele pareceu salivar de tesão. Ele me elogiou e disse que eu era muito linda e gostaria de me conhecer melhor e se eu não queria descer no mesmo ponto que ele para podermos conversar. Eu disse que tinha aula e ele respondeu que não teria problema se eu faltasse um dia. Fiz-me de difícil e ele cochichou no meu ouvido: ?Vamos, eu sei que vc quer?. ?Vc ta doidinha pra empinar esse rabinho pra mim e doidinha pra me deixar comer ele, não tá?? ?Estou!? As palavras escaparam da minha boca, como se eu não pudesse conte-las! Não deu outra: quando dei por mim, estava na calçada junto daquele homem que deixava clara suas intenções: me possuir. 

Ele me conduziu por algumas ruas e então entramos em uma viela e nessa viela havia um muro e nesse muro uma abertura que nos levou para um terreno grande e no fundo dele havia o esqueleto de um prédio inacabado, somente com algumas paredes no andar de cima. Josias me levou até a construção e então tive medo e tentei ir embora. Josias me segurou e tapou minha boca e me levou para dentro. Levou-me facilmente pela escada acima e então me encostou em uma parede e disse: ?Escuta aqui putinha, fica calminha agora. Não vou e nem quero te machucar, mas vc vai ter que dar pra mim, pois me provocou muito nesses últimos dias e agora vem até aqui e quer ir embora? Negativo meu amor, tu vai levar rola! Vc vai curtir tanto quanto eu por que sei que é o que vc quer!? Ele tinha razão, eu queria e muito, mas não posso ser culpada por ter medo! Ele tirou a mão da minha boca e fiquei quietinha olhando para ele, que foi se aproximando de mim e me beijou. 

Eu retribui o beijo. As mãos dele percorriam meu corpo, indo aos meus seios e descendo pelas minhas costas até minha bunda, objeto de desejo dele. Ele então me pegou pela mão e me levou até um quarto onde havia um colchão no chão. Ele me disse que tinha deixado preparado aquele local para nós, pois ele tinha certeza que ia me comer. Tiramos as roupas e fiquei só de calcinha ele de cueca. Seu pau estava duríssimo e pude perceber o tamanho dele mesmo por debaixo da cueca. Ele me virou de costas e começou a me encoxar como antes fazia no ônibus. Eu me apoiei na parede e empinei a bunda pra ele. Ele me segurava pelos seios e esfregava o pau na minha bunda, socando minha tanguinha pra dentro. Ele se abaixou e começou a lamber e morder minha bunda. Eu gemia de tesão. 

Aquela transa prometia! Eu então me virei e ele se levantou. Ajoelhei-me na frente dele, abaixei sua cueca e seu mastro saltou para fora, quente, duro e latejando. Segurei e comecei a lamber e em seguida, enfiei na boca e comecei a mamar bem gostoso. Foi uma mamada bem meladinha, babadinha. Josias gemia e arfava de tesão. Me chamava de patricinha putinha e que não via a hora de me fuder o cuzinho. Josias então me deitou, arrancou minha calcinha e começou a me chupar. Ele enlouqueceu com minha xaninha depilada e chegou a mordiscar. Ele lambia minha grutinha e em seguida meu cuzinho me deixando louquinha. Fizemos um 69 delicioso e depois, ele veio por cima de mim e meteu com força na minha xaninha. 

Ele metia com vontade e eu gemia de prazer embaixo daquele homem bruto. Eu estava completamente dominada por ele, sem poder escapara se eu quisesse. Não demorou e gozei gostoso, cravando minhas unhas em suas costas. Mas Josias estava longe de acabar. Ele me colocou de quatro de bombou de novo na minha xaninha. Eu empinava minha bunda ao Maximo para ele que enquanto fodia minha bucetinha, enfiava um dedo no meu rabinho apertado. Ele então tirou da minha bucetinha e começou a colocar no meu cuzinho. Eu gemia e choramingava para ele ir devagar e ele arfava e gemia, parecendo um garanhão cobrindo uma egua (que no caso era eu). 
A rola dele foi abrindo meu cuzinho enquanto eu gemia de dor e prazer. Então, senti aquilo tudo me invadindo e dei um grito e ai ele socou com força. Saia lagrimas dos meus olhos e Josias ficou imóvel por alguns minutos, esperando meu anelzinho se acostumar com sua tora. Lentamente, ele voltou a movimentar-se e foi socando devagar e aos poucos aumentando o ritmo e logo estava com toda a força. Meus seios balançavam sem parar devido a força de suas estocadas. Eu gemia e rebolava e ele me chamava de safada e putinha e dizia que meu cuzinho era uma delicia! O tesão dele por mim era tanto que não demorou para ele gozar no meu rabinho. Pude sentir o pau dele inchar e em seguida jorrar sua porra quente para dentro de mim. Sem tirar o pau de dentro da minha bunda, Josias deitou-se por cima de mim e ficamos uns 10 minutos assim. 

Ele beijou minha nuca e depois chupou meus seios, enquanto acariciava minha bucetinha. Depois nos arrumamos e ele pediu para ficar com minha calcinha (uma calcinha rosa) para se lembrar de mim. Então fomos embora dali. Durante quase dois meses nos encontramos e ele me comeu. Tempos depois ele foi embora da cidade e nunca mais nos vimos. Mas ainda tenho a esperança de ser encoxada de novo por ele no ônibus um dia desses... Ou quem sabe por outro tarado.

Prazer no metrô

Sempre trabalhei distante, e sempre embarquei no metro no mesmo vagão, e no mesmo horário.
Com o Tempo passei a observar que muitas das pessoas que embarcavam no vagão eram sempre as mesmas, e mais do que rápido identifiquei oque passei a tratar em pensamento de APOLO, um negro mais ou menos 1,90 de altura, malhado, bem vestido e muito cheiroso, trocamos alguns olhares e sorrisos discretos durante algumas viagens durante umas 4 semanas, pois entravamos no metro em portas diferentes e ficavamos distante, durante esse tempo notei que ele sempre desembarcava 1 estação antes da que eu desembarcava.
Mais ou menos no meio da quarta semana notei que ele embarcou na mesma porta que eu e gentilmente permitiu que eu entrasse na sua frente e propositalmente se colocou bem atras de mim, neste dia pude sentir seu cheiro e sua respiração bem perto da minha nuca, o que me fez molhar a calcinha na hora e ficar de pernas bambas.
No dia seguinte da mesma forma ele entrou no trem atras de mim no entanto os trens naquele dias estavam mais cheios e foi inevitavel ele se encostar bem mais em mim, como ninguem estava notando ele passou a mão em torno da minha cintura e me apertou contra seu corpo neste momento senti que ele estava muito exitado, aproveitando a oportunidade de estar com a bunda encaixada nele e dei uma reboladinha,nessa hora ele deu uma gemidinha discreta e colocou algo no meu bolso, soltou da minha cintura e desembarcou como fazia todos os dias, ao desembarcar verifiquei no bolso o que ele tinha colocado.
Era um cartão com telefone e um endereço, no verso um recado escrito a caneta com horário escrito " Te espero lá".
No Dia seguinte desembarque na mesma estação com ele e seguimos para o endereço do cartão, sem trocarmos nenhuma palavra, era um escritório onde ao passar pela porta notei que ele estava segurando seu cacete enorme por cima da calça, minhas pernas estavam tremulas, mais eu estava muito exitada para desistir naquele momento, ele então passou por tras de mim e me encoxou deliciosamente me fazendo gemer de tesão, ele estregava o pau na minha bunda e apertava meus seios com uma respiração muito ofegante, a primeira palavra que ouvi da boca dele foi: "- Quer meu pau?". a respota foi imediata "-Sim, sim, quero muito quero tudo dentro de mim!
Ele me empurrou para uma mesa que estava proximo, levantou minha saia tirou meus seios de dentro da blusa, abriu minhas pernas, e começou a passar o dedo na minha xota, neste momento me virou de frente para ele, me sentou sobre a mesa de pernas abertas, tirou a vara de dentro da calça e começou a passa-lo na minha xota me fazendo implorar para ele me comer, ele colocou a cabecinha do pau na minha xota puxou meu cabelo e gritou "pede, pede vara sua puta" e antes que eu atendece seu pedido ele socou sua vara enorme na minha xota rosadinha me fazendo delirar de prazer, ele gemia muito gostozo e respirava ofegantemente, quando eu estava enlouquecida de prazer ele levantou as minhas pernas lembeu o dedo do meio de uma das mãos e enfiou no meu cuzinho bem de vagar, eu era virgem de cu e fiquei com um pouco de medo de ele me enrabar.
Mais o vai e vem do dedo dele foi tão bom que me fez relaxar e pedir para ele me foder bem gostozo, não foi preciso falar duas vezes, ele enfiou sua vara na minha xota melada e em seguida enfiou a cabeça no meu cuzinho que piscava de desejo.
No inicio confeço que doeu um pouco, mais logo fui tomada por um prazer incontrolavel com os gemidos deliciosos e os elogios ao meu corpo e ao meu cuzinho que ele fazia, fui ao delirio quando ele me fodendo gostozo no rabo fez eu chupar o dedo dele e enfiou na minha xota e com o outro dedo passou a massagear meu grelinho.
Os meus gemidos passaram a ser gritos de prazer e neste momento pude sentir dentro do meu cuzinho o jorro forte do prazer daquele negro delicioso que gruinha de prazer.
Depois desse dia sempre que tinhamos vontade de trepar gostozo ele me encoxava no metro, fomos saber os nossos nomes aproximadamente umas 2 semansa depois, depois de varias encoxadas no metro e varias trepadas matinal.

Amei ser encoxada

Olá, sou Ana Carolina, tenho 27 anos, sou casada a 6 anos. Bom, o que vou lhes contar aconteceu em maio de 2010 quando eu ia para o trabalho. Um dia antes disso, houve um amoço comemorativo em família em minha casa onde, em uma conversa íntima entra minha prima e eu, ela me confidencia varios fetiches eróticos que ela realizou. bom vou parar de errolação e ir direto ao conto Era uma segunda feira, meu marido havia viajado e eu teria que ir de ônibus para o trabalho. Já tinha esquecido como é angustiante tomar ônibus de manhã cedo e ainda por cima lotado. Não tive outra opção. Eu trabalho em uma agência bancária e obviamente tenho que usar roupas sociais e neste dia eu estava usando uma blusa sem manga, um saia social e um blaizer pendurado na bolsa. O ônibus já estava muuuuiiito cheio e por sorte encontrei um local onde eu pudesse me segurar com firmeza. Depois de mais ou menos 05 minutos, já "acomodada" no meio daquele ônibus lotado percebi que um homem, aparentava ter por volta de 40 anos de idade passava a roleta olhando "gulosamente" pro meu corpo...desculpem, não me descrevi pra vcs. Sou morena de 1,68cm seios médios bunda grande, cabelos lisos até a cintura. Continuando. Ele carregava em uma das mão uma mochila preta e quando chegou perto de mim, começou a ficar um tanto nervoso, olhando para os lado. Notei que a mochila estava pesada e a mão que à carregava ficava a altura da minha coxa, por isso não havia motivo nenhum para que ele tocasse a minha bunda, mas, num certo momento ele levantou a mochila e tocou em mim levemente. Na hora não dei import ncia, fingi que era sem querer, mas sabia que ele queria tirar uma casquinha. Depois disso, a moça que estava sentada no banco onde eu estva me segurando pediu para segurar a mochila dele e ai achei que ele iria parar de me tocar, mas logo, logo ele, aproveitando uma curva colocou mão com força bem no meio da minha bunda. Dai lembrei dos fetiches da minha prima que, segundo ela, já fez sexo em um ônibus. Então, naquele momento passei a ver aquela situação de uma outra forma. Tomei coragem, afastei um pouco minhas pernas e me coloquei um pouquinho mais a frente, de início ele não percebeu as minhas novas intenções. Tendo o cuidado pra ninguem perceber, coloquei a mão na bunda, esfregando o dedo no meu cuzinho, ele baixo a cabeça pra olhar aquela cena, dai caiu a ficha dele, ele se colocou bem atráz de mim e colou o pau dele no meu rabo, amei aquela vara sendo esfregada na minha bunda. Depois ele fingiu que havia caido uma moeda dele, se abaixou e colocou rapidamente o rosto dele dentro da minha bunda, gemi um pouquinho e coloque a mão pra tráz segurando a cabeça dele forçando-a contra a minha bunda por alguns segundos. ele levandou assustado parecendo não acreditar no que estava acontecendo, ele se colocou ao meu lado com o pau colado na lateral do encosto do banco, então coloquei minha mão a altura e comecei a roça-la naquela tora. acariciei por alguns instante quando eu tive que descer no meu ponto, desta vez não deu em tranza mas os momentos loucos do perigo eu jamais esquecerei, resolvi que iria tentar outras vezes até ser comida por um estranho qualquer. tenho outras estórias. Aguardem. meus amores, não os deixarei só com essa. Deixem seus comentários e seus msn pra nos conhecermos melhor. Beijos aos meninos e as meninhas.

Encoxada no Onibus com Muito Prazer

Ola, meu nome é janice, tenho 21 anos e o que eu vou contar e fruto de muita curiosidade que sempre tive ao ler os contos desse site, pois sempre tive vontade de experimentar a excitacao de ser encoxada em um onibus cheio, pois bem vamos ao que interessa. Procurei fazer uma pesquisa bem detalhada pra saber qual o onibus que lotava mais e numa bela manha de muito calor, inventei uma desculpa e nao fui trabalhar. Coloquei uma roupa social bem apertada, daquelas que a calca, de tão apertada chegava a exibir a divisao dos labios da minha xaninha e uma blusinha curta deixando bem evidente o volume dos meus seios. Entrei no onibus quando ele estava vazio porem ja nao havia mais nehum banco pra sentar (era justamente o que eu queria)Logo que entrei fui logo la pro fundo do onibus. Abri uma lata de refrigerante e fingi que era um dia comum como outro qualquer. Fui percebendo que todos os homens que entravam ja iam tomando posição perto de mim e aquilo ja foi me deixando excitada. Finalmente o onibus ficou completamente cheio e comecei a sentir um homem se encostando atras de mim e a cada curva, a cada freada eu ia sentindo algo ficar cada vez mais duro roçando em minha bunda. Em determinado momento eu não aguentei e tive que matar a minha curiosidade, levei a mao atras de mim fingindo ajeitar algo em minha calca e passei a mao naquela maravilha. Que cacete imenso, duro, pulsando de tanto tesao. Aquela impressao de que ninguem nos veria, pois o onibus estava muito cheio, nos excitou ainda mais, foi quando entao que um outro rapaz que estava a minha esquerda, percebendo tudo, colocou a mao na minha cintura e foi subindo ate chegar nos meus seios e comecou a alisar e apertar os bicos, mas infelizmente chegou a hora dele descer. Eu ja tava ficando louca de tesao quando o onibus deu uma freada muito forte, olhei pra tras pra pedir desculpas, foi entao que eu percebi que o meu "amigo" tinha tirado o pau pra fora da calca. Nossa, pude ver aquela coisas linda com cabeça vermelha, ele realmente era bem-dotado (acho que só a cabeca devia medir uns 6cm). De vez em quando eu fingia que ia ajeitar de novo algo na calça e tocava uma punhetinha bem rapida pra ninguem perceber e adorava ver os olhos dele se revirando de prazer. De repente o onibus passou por um lugar que estava acontecendo uma briga entre dois motoristas, a situacao atraiu atenção das pessoas e eu me aproveitei que todos estavam olhando pra rua e comecei a bater uma punheta mais forte e mais rapida naquele caralho imenso. Quando percebi que ele ia gozar, direcionei a cabeca do seu cacete na abertura da lata de refrigerante e fiquei admirando os varios jatos de porra quente que foram entrando pra dentro da lata, isso tudo no maior silencio pra nao chamar atencao. Chegamos ao ponto final, trocamos telefones e fui embora. Ate hoje nos somos grandes amigos de encoxadas no onibus.
Autor: Oficina dos Prazeres

Encoxando na bunduda do metro

Este relato é verídico, e ocorreu há pouco tempo. Meu nome é João ( fictício ), e como muitos homens eu tenho o fetiche de encoxar mulheres em ônibus, e em outro meios de transporte, tenho alguns relatos para contar, mais para frente, mais vou começar com o mais recente.
            Tenho 21 anos 1,75 de altura, nem forte nem magro, de cabelo castanho, na sou lindo mais também não sou feio. No dia do ocorrido eu tive que ir até São Paulo levar alguns documentos que estavam pendentes em uma empresa na qual iria começar a trabalhar, coloquei uma calça larga e uma coeca bem folgada na expectativa de encoxar alguma gostosa, porem como me atrasei um pouco  para sair de casa, era umas 7:40, os ônibus não estavam tão lotados nem o trem, me fazendo ficar frustrado por não poder encoxar alguém, quem gosta de encoxar sabe como é ruim.
            Fui ate a empresa entreguei os documentos e voltei para a estação, peguei o metro na estação Bresser, em direção a barra funda, era por volta de umas 10:30 mais ou menos, o metro não estava tão lotado, ao entrar fico na expectativa de encoxar em uma garota de calça Legging próxima da porta, porem ela não me deu muita bola, tentei ir para a parte do meio do vagão porem estava muito lotado e não deu para eu passar, resolvi ficar na parte em frente a porta, foi ai que noto ao meu lado uma mulher loira de aproximadamente 35 anos, com um traseiro enorme de calças jeans, e cintura fina, um mulherão, me posiciono com a coxa bem atrás dela e fico rosando, estava com medo pois não avia muitas pessoas ao nosso redor, e para minha surpresa ela esfrega a bundona na minha frente, tomei coragem e fiquei atrás dela meio que disfarçado, ao chegar no Brás entrou mais gente, foi minha deixa para encaixar nela, a essa altura meu pau estava muito douro, e pressionei na bunda dela, nessa hora ela da uma olhada para o lado e continua de frente para mim, avia espaço suficiente para ela ir para a frente e ficar encostada na porta, porem a safada nãose mexia do lugar, ao meu lado esquerdo se posicionou um homem que ficou atrás de uma menina morena, porem ele não a encoxava, e do outro um homem de terno que aparentemente não estava vendo nada, disfarçadamente eu comecei a pressionar mais meu pau na bunda dela, encaixando bem no meio de sua enorme bunda, e o cara já sacando o que rolava ficava olhando para baixo disfarçadamente, não tava aguentando, queria tirar meu pau da cueca porem fiquei com medo pois ia ficar muito evidente pra todos o volume.
            Fiquei nessa até chegar a Sé, onde ela desceu, e eu resolvi ir atrás dela, fui seguindo ela ate ficar do seu lado, crio coragem e lhe pergunto seu nome, ela nem me olha na cara, e continua seguindo. Eu lhe pergunto para onde ela ia, ai ela me olha e me responde:
            - Vou pegar o metro sentido Jabaquara – me responde ela com a vós meio tremula.
            - Vou pegar esse também – respondi.
            Ela não esboça muita reação, nesse trecho ate a estação não trocamos muitas palavras, chegando ate a plataforma, ela foi à frente e eu me posicionei atrás dela, o metro também não estava muito cheio, ficamos na porta da parte final do vagão.
            Ela se posicionou a minha frente e ficou segurando na barra, e na maior cara de pau, eu sem cerimônia me encaixo novamente com mais vontade na bundona dela, dessa vez não me aguentava de tesão e me esfreguei com vontade de um lado para outro, e encaixava com força no meio de sua bunda, ela fingia não acontecer nada, e esfregava timidamente sua bunda em mim. No corredor entre as duas portas tinha 3 homens, e um deles com óculos escuros, observava tudo, fiquei nessa esfregação e perguntei em seu ouvido onde ela iria descer, e ela diz no Paraíso, chegando próximo a estação ela vai para minha frente se posicionando para sair, e empurra sua bunda de encontro a meu pau, sem pudor nenhum, sem nem querer saber o que as pessoas pensariam, peguei ela pela cintura por de trás dela, encostando todo meus corpo no dela, encostando em sua cabeça, ela da um suspiro e encosta seu rosto no meu, parecia que éramos namorados, quando aporta abriu, rapidamente, segurei com as duas mãos em sua cintura e dei uma pressionada com o pau sentindo ele entrar entre suas duas nádegas, quase gozei, meu pau estava todo babado.
            Ela ia fazer baldeação em entro metro, eu a segui e pedi seu telefone, na plataforma mesmo, ela estava sorridente, e disse que anotaria o meu, lhe dei o numero, e ela falou que iria me ligar para conversarmos, apesar de tudo ela aparentava ainda estar tímida, após anotar meu numero ela me encara e diz que tinha que ir que estava atrasada, agarrei ela pela cintura e beijei sua boca, ela retribui, porem para rapidamente e diz que era melhor não fazermos isso naquele local, me deu tchau e foi para a plataforma, e eu segui meu caminho de volta, morrendo de vontade de bater uma.
            Comente ai se gostaram, agora estou só esperando se ela vai me ligar, depois conto o que rolou. 

Encoxada

Ola, vou começar me apresentando, tenho 30 anos e trabalho em um banco na Av. Paulista, moro em um condominio de 72 aptos, em um desses aptos. mora minha vizinha Cecilia
( nomer ficticio ), loira tingida, olhos castanhos, 26 anos e um corpo maravilhoso, ela tem um par peitos e bundas te parar o transito, conheci a Cecilia depois de me mudar para este predio, as vezes nos cruzavamos dentro do elevador e seguiamos para o mesmo ponto de onibus, o tratamento entre nos era simplesmente um bom dia e nada mais, mas teve um dia que amanheceu chovendo e como o ponto de onibus e proximo resolvi nao levar guarda - chuva, porem assim que entrei no elevador la estava a Cecilia, ela me ofereceu uma carona no guarda -chuva aceitei e fomos conversando ate o ponto, assim que o onibus chegou entramos e procurarmos um lugar para ficaris pois o mesmo esgtava lotado, a cada parada o onibus enchia mais e eu ja nao conseguia evitar de encostar na Cecilia, a viagem dura aproximadamente uns 35 minutos, eu ja tinha percebido que estava ficando excitado de tanto encostar nela, mas evitava ao maximo, no dia seguinte nos encontramos novamente, e pegamos o mesmo onibus, neste dia eu percebi que a Cecilia estava muito faladeira, e com o onibus lotando cada vez mais, novamente foi inevital encostar netla, eu estava muito, mas muito mesmo excitado e ela percebeu, tanto que nao fez movimento algum para evitar aquela situaçao, eu percebi e comecei a encoxar ela melhor, colocando meu pau duro bem no meio da bunda dela, neste dia ela estava usando um vestido amarelo de alcinha com tecido bem fino, comecei a alisar sua bunda que dava pra perceber sua calcinha minuscula, cheguei ai ponto de quase gozar dentro do coletivo, ela dava umas rebolada no meu que me fazia ver estrelas, para quem percebesse oque estava acontecendo pareciamos namorados, pois eu abraça ela pela cintura e esfrega cada vez mais meu pau duro na sua bundinha linda, esta situaçao durou uns 10 dias, e ja nao dava mais pra aguentar entao conbinamos arrumarmos um jeito para sair, so que tem um problema eu sou casado e ela tambem, entao ficava dificil, mas numa quarta feira pegamos o nibus e foi aquele roça-roça e neste dia ela me confessou que transava com o marido pensando em mim, entao combinamos de voltar juntos ao final do dia e novamente eu encoxei muito ela, meu pau chegava a doer de tao duro, ela me falou que era rodizio do carro do marido e ele chegaria mais tarde e me convidou para ir no apto dela, eu falei que seria muito arriscado e que poderiamos ser visto por algum vizinho, ela disse entao sobe pelas escadas la nao tem camera e vc pode ir ate meu apto sem ser visto, eu pensando com a cebeça debaixo fiz isto, assim que cheguei a porta estava encostada abri e a vi sentada no sofa totalmente nua, fui pra cima dela como touro chupei os peitos e sua bucetinha que ja estava pingando, coloquei ela de quatro e soquei com força ela mordia a cebeceira do sofa para nao gritar, entao ela virou e disse, goza na minha boca, dei umas 10 bombandas dentro da buceta dela, ela gozou umas 3 vezes e depois pegou meu pau e continuo a chupar eu nao agentava mais, ja tinha gozado 2 vezes, falei que tinha que ir, assim que sai e fui direto para as escadas chegando no terreo dei de cara com o marido dela, ele me cumprimentou e subiu, gelei na hora, cheguei em casa minha mulher ja estava la toda assanhada, tive que comer ela tambem neste quase morri, apos este dia com minha vizinha tenho comido ela a cada semana, agora vou confessar eu acho que o marido dela sabe pois tem me tratado com um certo apego, oque nao acontecia anteriormente.
                

A dama do ônibus

Aqui vai um conto que considero interessante. Todos os dias ao entrar no ônibus para ir trabalhar, sempre lotado devido ao horário de pico, ficava admirando uma mulher que ficava em pé no final do corredor do ônibus. Muito bonita, cabelos loiros, aparentava uns 32 anos de idade e corpo perfeito. Estava quase sempre usando um vestido até o joelho, mas bem justo ao corpo definindo suas formas, acinturada e bunda bem definida, pra resumir todos os homens ficavam reparando pra ela. Porém aparentava ser uma mulher muito séria pois nunca demonstrou um sorriso se quer naqueles meses que eu a via dentro do ônibus. Estava ela sempre em pé no fundo do corredor , de óculos e pastinha colada ao peito, que por sinal eram bem avantagiados, mas enfim era uma mulher muito séria, tanto que nenhum engraçadinho tomava liberdade de falar alguma bobagem. Até que um dia , com o ônibus lotado, notei que entrou no ônibus, um senhor moreno, aparentava uns 45 a 50 anos, barbudo e cara fechada e foi para o final do corredor. Passado alguns instantes não acreditei no que estava vendo, com o ônibus lotado, todos ficavam muito próximos, mas quando olhei entre as pessoas no final do corredor, o homem barbudo estava encoxando aquela mulher gostosona. Ele aproveitava o movimento do ^nibus e se grudava na bunda redondinha da mulher, e o pior de tudo é que ela estava quieta e não dizia nada, eu não acretitava no que via. Passou-se uns 10 minutos naquelas encoxadas e o homem começou a cochichar no ouvido dela, e eu estava pasmo com aquela cena, pois uma mulher tão bonita e séria até então, se deixando levar por aquele homem, barbudo e bem mais velho do que ela. A mulher não dizia uma palavra se quer, apenas ouvia o que ele dizia em seu ouvido eenquanto era encoxada por ele. O homem após falar algo bem no ouvido dela saiu e e foi indo em direção a porta do ônibus para descer na próxima parada, e para o meu espanto a mulher, que continuava séria como nunca começou a se esquivar das pessoas e ir em direção a porta para descer também, aí eu enlouqueci de vez, não poderia perder aquele fato, quando vi que os dois desceram, fiz a mesma coisa disfarçando na parada só pra ver o que iria acontecer, pois sabia que aquela mulher nunca parou naquele ponto. Fui me escondendo e disfarçando para ver onde iriam, já que os dois não estavam juntos, o impressionante é que o homem barbudo ia bem a frente e ela o seguia, era inacreditável, tudo discretamente, nessas alturas eu ja ia me atrasar no serviço. O homem seguiu andando mais umas duas quadras e ela ia atras, foi quando o homem sumiu logo a frente, em meio a um prédio velho e para o meu espanto a mulher e ntrou atrás, foi aí que me apressei para ver o que aconteceria. Quando achei os dois não acreditei no que via, aquela mulher gostosona estava de frente para uma parede em construção com bunda bem empinadinha e o barbudo baixando a sua calcinha até as canelas e levantou a saia dela até um pedaço, suficiente para que pudesse foder ela, segurou pela sua cintura e puxou para tras em direção do seu cacete que por sinal não era dos mais pequenos e interrou naquela gostosa, e eu escondido vendo aquela cena, um velho barbudo comendo aquela boazuda do ônibus. O barbudo metia sem dó na gostosa que estava grudada na parede quase imóvel, ficou metendo uma meia hora naquela posição até que gozou nela, e eu parecia um babaca assistindo. Depois que o velho acabou o serviço, a mulher sem dizer uma palavra sequer abaixou a saia, arrumou o cabelo e saiu. Eu quase perdi o emprego por causa daquela sacanagem, mas até hoje não entendi o que aquele velho disse no ouvido dela para conseguir aquele corpão, e nunca mais vi nehum deles pois comprei uma moto, mas nunca mais vou acreditar que existe mulher séria.

Encoxada consensuais

Sou mestre das encoxadas consensuais, tive muitas experiências super excitantes, e nunca contei pra ninguém, através desse site, vou poder compartilhar com vcs as melhores encoxadas que ja dei.
Bom lembrar, que vcs verão aqui, encoxadas de todos os tipos, de maneiras que vcs nem devem ter imaginado;

Nada melhor que começar com uma ENCOXADA INVERSA;
Sempre peguei ônibus lotado pra ir pra escola, e o ônibus sempre enchia de estudantes quando faltavam uns 20 min pra chegar. Certo dia, eu sentei pois abriu o lugar da minha frente, e logo em seguida entrou uma menina que estudava na minha escola, alta, gostosa, divia ter uns 18 anos, tinha uma buceta enorme, parecia que ia saltar da calça justa dela. O ônibus tava tão cheio que ela encostava a buceta dela no meu ombro, e eu, vendo que tava encostando só na parte de cima da buceta dela, fui me abaixando no banco, e encaxei o lado esquerdo do meu ombro de baixo pra cima, certinho na xana dela. Ela se assustou inicialmente, e foi pra trás, só que ela não tinha opção, acabava que ela era empurrada, e roçava denovo no meu ombro, fiquei ali, parado, fingindo que tava dormindo, e só na espectativa dela ceder a tentação. Foi quando passaram varios passageiros de trás dela querendo descer, e ela começou a esfregar a buceta no meu ombro, e eu mexia o ombro fazendo movimentos rotacionais, e percebi que não tinha mais ninguem forçando ela ficar com a buceta no meu ombro, pois todos que ja haviam descido, e ela continuou, com mais força, maiss vontade, e eu não parava com os movimentos do ombro, e ela se excitando cada vez mais, quando estava pra chegar na escola, na esquina, ela gozou gostoso no meu ombro. Foi uma delícia, eu fiquei com o ombro molhado, e ela com a calça marcada, como se tivesse feito xixi nas calças, foi demais. Depois entrei no ônibus com ela varias vezes, nós nunca nos falamos.

Encoxei um loirinha ontem no trem

Ontem no trem Japeri-RJ, entrei em um dos vagões e parei ao lado de uma loirinha muito linda parecia uma boneca. Ela tinha mais ou menos 1,65m de altura, olhos claros, vestia uma camiseta baby-look branca onde destacava seus lindos pares de seios médio e fartos, uma calça jeans colada dando um contorno em seu belo bumbum durinho, arrebitado e bem proporcional. Enfim, perfeita.
Bem, quando parei do lado dela não pensei que conseguiria, pois um cara mais alto do que eu ficou atrás dela estrategicamente. O trem deu partida e o cara não demorou e logo a encoxou, pensei que ela iria reclamar ou algo assim, pois o trem ainda não estava cheio. Fiquei puto!!! O cara lá encoxando aquela loirinha linda e ela parecia estar gostando.
Mas de repente... para minha surpresa, três estações depois o cara desceu e ela me deus uma olha que me estremeceu, do tipo, agora é a sua vez... Não perdi tempo! Fui para trás dela na cara dura e já fui encostando meu pau duro e latejando naquele bumbum delicioso e lá ficamos... balanço vai, balanço vem a respiração dela ficou mais ofegante e o meu também. O trem encheu e entupiu de ente e eu aproveitei a oportunidade e coloque meu pau pra fora da cueca mas dentro da calça para sentir melhor aquele que era o melhor bumbum que já havia encoxado. Não tinha intenção de por pra fora nem sujar a loirinha só queria sentir aquela sensação de encoxar uma linda loirinha... Pena que ela desceu em Edson Passos. Se você gosta de ser encoxada e anda de Japeri-RJ, vamos marcar.                        

Fui encoxada pelo cunhado gostei

Eu confesso que sou casada e respeito meu esposo e minha irma mas meu cunhado chegou em casa e me pedio ajuda para comprar um presente para sua esposa (minha irma) eu disse claro e fomos a um armarinho aqui perto de casa eu fui com a roupa que estava em casa uma calça saruel de malha fina e uma calcinha fio dental minuscula e ele com uma calça de nylon fina chegamos no armarinho estava lotado pq era vespera do dia das crianças entramos no tumulto e logo percebi meu cunhado encostado em minha bunda pensei e por causa do empurra empurra fiquei sentindo aquilo e chegamos ao fundo da loja ele pegou o presente e fumos p/os caixas na frente da loja la a fila estava grande no meio do corredor e lotado de gente eu fiquei na frente dele e logo começou o empurra empurra e ele ficou encostado em mim foi uns 20 minutos e comecei a sentir o pau dele ficando duro comecei a ficar nervosa as maos suando o coraçao batendo forte e o melhor sentindo tesao aff dexei rolar e levantei discretamente a bunda e fiquei sentindo ele com aquele pau duro me encoxando sentia ele bombando o pau em mim me mexia p/ encaixar melhor pq que o proibido e muito gostoso chegamos no caixa ele desencostou de mim eu estava tremula com um tesao imenso e proibido olhei e vi seu pau aff grande meio de lado meio pra baixo quase nao consegui tirar o olho fomos embora como se nada tivesse acontecido meu cunhado sempre me respeitou ja vi ele me olhando quando eu estava com um decote ou mini saia e essa calça saruel que eu estava normal todos homens olha e eu tenho um corpo bonito . Chegei em casa ele foi embora meu esposo estava dormindo meu filho brncando deitei no sofa e logo gosei pensando em tudo isso aff que gostoso e hoje esta tudo mornal de novo...nunca contei isso a ninguem aff agora tive coragem que encoxada gostosa que eu tive.

Levei uma encoxada gostosa

Meu nome e Eduarda, tenho 20 anos e o que eu vou contar é fruto de muita curiosidade, pois sempre tive vontade de experimentar a excitação de ser encoxada em um onibus cheio. Procurei fazer uma pesquisa bem detalhada pra saber qual o ónibus que lotava mais e numa bela manha de muito calor, inventei uma desculpa e não fui trabalhar. Coloquei uma roupa social bem apertada, daquelas que a calça, de tão apertada chegava a exibir a divisão dos lábios da minha xaninha e uma blusinha curta deixando bem evidente o volume dos meus seios. Entrei no ónibus, quando ele estava vazio porém já não havia mais nenhum banco pra sentar (era justamente o que eu queria)Logo que entrei fui logo la pro fundo do ónibus. Fui percebendo que todos os homens que entravam já iam tomando posição perto de mim e aquilo já foi me deixando excitada. Finalmente o ónibus ficou completamente cheio e comecei a sentir um homem se encostando atrás de mim e a cada curva, a cada freada eu ia sentindo algo ficar cada vez mais duro roçando em minha bunda. Em determinado momento eu não aguentei e tive que matar a minha curiosidade, levei a mão atrás de mim fingindo ajeitar algo em minha calça e passei a mão naquela maravilha. Que cacete imenso, duro, pulsando de tanto tesão. Aquela impressão de que ninguém nos veria, pois o ónibus estava muito cheio, nos excitou ainda mais. Eu já tava ficando louca de tesão quando o ónibus deu uma freada muito forte, olhei pra trás pra pedir desculpas, foi então que eu percebi que o meu “amigo” tinha tirado o pau pra fora da calça. Nossa, pude ver aquela coisas linda com cabeça vermelha, ele realmente era bem-dotado. De vez em quando eu fingia que ia ajeitar de novo algo na calça e tocava uma punhetinha bem rápida, pra ninguém perceber e adorava ver os olhos dele se revirando de prazer. Estava com muito tesão, então devagar coloquei minha mão escondida pela bolsa para trás e comecei a bater uma punheta mais forte e mais rápida naquele caralho imenso, e quando percebi que ele iria gozar, tirei a mão, ele colocou o pau dentro da calça, e apertou ele contra minha bunda bem forte, e pude sentir ele gozando e enchendo a zorba pelo tesão que eu lhe proporcionei. Foi uma experiência maravilhosa,rsrs.

Encoxada no Metrô

Olá eu sou Julia Amêndoas e o conto de hoje é muito recente acontece muitas vezes comigo, as encoxadas no metro, eu sempre tive carro nunca precisei usar o transporte publico, mas confesso que adoro pegar um metro ou ônibus lotado só pra ser encoxada por um desconhecido, geralmente quando faço isso ponho um vestidinho bem curtinho e vou sem calcinha de preferencia, Um dia em plena segunda feira eu resolvi  ir de metro para a casa de uma amiga, coloquei um vestidinho branco meio transparente que deixam os bicos dos seios a mostra e sem calcinha, como estava meio calor minha buceta ficava meio suadinha  e precisava pegar um ar gostoso, então quando entrei naquele metro lotado com muitos machos de todos os tipos uns mais sociais outros mais despojados eu vazia questão de ficar bem não meio deles, nesse dia havia um cara com roupa social atrás de mim e como estava super,lotado ele ficava bem pertinho eu conseguia sentir o volume da rola dele roçando na minha bunda e aquele cheiro de perfume barato, me senti uma puta naquele momento, eu empinava mais meu rabinho e fazia cara de santa para que ninguém percebesse , em certo momento fui bem descarada cocei minha bucetinha por trás com o dedo indicador e logo esse cara percebeu que eu estava sem calcinha, então ele começou se aproveitar mais ainda passava o dedo bem de leve sem que ninguém percebesse , ele começou brincar bem gostoso com a minha xota, eu estava bem louca de tesao aquela mistura de calor e tesao, então logo um cara vestido mais despojado esportista percebeu o que estava acontecendo e resolveu brincar também com minha xoxota dedando bem gostoso, eu estava adorando aquela sensação de me sentir uma putinha usada pelos machos do metro, de tanto levar dedada na buceta e cutuques na bordinha do cu  , eu gozei bem gostoso, minha buceta estava toda lambuzada de suor e melzinho, e eu bem safada sai do metro com os biquinhos dos seios durinhos e fui para a casa da minha amiga normalmente. No caminho de volta peguei o metro novamente, porque adoro uma bela encoxada no metro isso me deixa louca de tesão.